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Propriedades da Linhaça

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O segredo da cebola

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Os benefícios da banana

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Saúde adventista

UM SÉCULO E MEIO DE PRINCÍPIOS DE SAÚDE = postado por Maria Adelaide Festa Lima

“Desde os anos de 1860 os adventistas do sétimo dia têm praticado oito segredos de saúde que reduzem seu risco de doença cardíaca e câncer as duas mais importantes causas de morte prematura. Ao manter esses dois assassinos encurralados, os adventistas do sétimo dia desfrutam melhor saúde e vida mais longa do que a população em geral. … Tendo em vista que apenas em anos recentes a confirmação científica ficou disponível, como eles souberam disto antes dos cientistas? Por meio de uma mulher chamada Ellen G. White (EW).

Esta visionária afirmava que, não desejando que Seu povo sofresse doença e morte desnecessárias, Deus a inspirou para contar às pessoas como desfrutar o máximo de bem-estar geral. Ellen White escreveu com espantosa simplicidade e exatidão o que desde então se tem demonstrado a melhor fórmula para a saúde e a longevidade.”

Adventistas são destaque da reportagem da Revista National Geographic – Nov/2005

‘As vantagens de saúde e de expectativa de vida desfrutadas pela Igreja Adventista do Sétimo Dia podem ser atribuídas ao modo como seus membros vivem e se alimentam. ”

Ao recapitular os princípios da reforma de saúde expostos por Ellen White, os leitores devem em primeiro lugar colocar-se em meados do século dezenove. Sem qualquer outra informação a respeito do futuro, a não ser as idéias dominantes que governavam a prática médica de seu tempo, pense em quão estranhos devem ter parecido os princípios de saúde de Ellen White que estavam sendo revelados, sintetizados e integrados. Alguns desses princípios haviam sido promovidos por contemporâneos seus, mas nunca de maneira tão completa ou tão integrada. Nenhum outro escritor esteve tão livre daqueles erros que a pesquisa subseqüente contradisse. ‘

A SAÚDE NO SÉCULO 19

Para uma pessoa normal, até mesmo para os médicos, a teoria microbiana era, em meados do século dezenove, algo totalmente desconhecido. Os médicos ainda usavam ópio, calornelario, mercúrio, arsênico e estriquinina para “curar” doenças. Não se conhecia a aspirina, máquina de raios X, antibióticos, pasteurização, imunizações e transfusões de sangue.

laboratório do século19

As pessoas, de um modo geral, não viam relação alguma entre sua maneira de viver e as doenças. O ar fresco dentro de casa, de dia ou à noite, despertava apreensões por temor de apanhar um resfriado ou ser picado por uma invasão de moscas ou mosquitos. As pessoas raramente tomavam banho.’ “Na área do cuidado pessoal, os vitorianos (Século 19) pareciam despreocupados. Raramente tomavam banho. A glorificação do banheiro é um fetiche moderno. Em 1882 apenas dois por cento dos lares nova-iorquinos possuíam instalações hidráulicas. … Alguns médicos consideravam o banho prejudicial à saúde, e um deles – C. E. Sargem: – chegou mesmo a descrevê-lo como gasto desnecessário de tempo’.” – (Bettmann, ibidem, pág. 35).

As manchetes denunciando em alta voz o impacto deteriorante dos regimes com elevado teor de gordura e baixo teor de fibra e absoluta necessidade de exercício estavam a grande distância.’ A profunda relação existente entre a mente e o corpo parecia coisa absurda. Os defeitos congênitos ocasionados pelo consumo de bebidas alcoólicas e drogas só viriam a ser compreendidos cem anos mais tarde. O conceito de que o câncer pode ser transmitido por microorganismos era um pensamento intratável para o mundo médico. As influências pré-natais eram consideradas de pouca importância.

Em muitas dessas áreas, mesmo poucas décadas atrás, Ellen White pareceria não apenas extremista, mas até mesmo fanática. Imagine como teria ela sido considerada em 1863! O registro, porém, foi feito. Aqueles que criam no papel dela como mensageira de Deus, os que fielmente punham em prática os princípios de saúde por ela expostos, tomaram-se pessoas mais saudáveis, mais fortes, mais produtivas. Na mesma medida em que as pessoas selecionavam cuidadosamente quais princípios deviam ou não incorporar em seu estilo de vida, elas deixaram de atingir seu pleno potencial.
rito por I. Augusto às 11h12

PRINCÍPIOS DA DIETA ADVENTISTA

Alguém já ficou doente ou piorou ao seguir esses princípios de saúde? Demonstrou-se alguma vez que os princípios da reforma de saúde defendidos pelos adventistas eram infundados ou perigosos?

Mícroorganísmos do pão. Ellen White escreveu que os pães deviam ser “tão perfeitamente assados que, o quanto possível, os microorganismos do fermento sejam destruídos”. Ela foi ridicularizada por esta afirmação, até mesmo na década de 1940. Durante anos, revistas populares defenderam a ingestão diária de um tablete de fermento biológico! Sabemos agora, porém, que as células de fermento biológico “retiram as vitaminas B da matéria alimentar no intestino, tomando-as assim indisponíveis para o corpo”. 6

alertas sobre os perigos do uso frequente da manteiga

Manteiga. Em 1870 Ellen White escreveu que “por princípio” ela havia descartado o uso de carne, manteiga, tortas de carne, especiarias e toucinho.’ “Quanto a mim mesma”, declarou ela em 1903, “assentei a questão da manteiga. Não a uso.”  Para Ellen White, os princípios de saúde devem guiar nosso plano de vida ao determinar qual a melhor escolha em todas as situações. As vezes, na ausência do melhor, devemos decidir-nos pelo bom.

Vemos aqui novamente o princípio da reforma alimentar “progressiva”, por ela defendido: “Sejam as pessoas ensinadas a preparar o alimento sem o uso de leite ou manteiga.” Outras sugestões incluem: “A manteiga é menos nociva quando comida no pão do que empregada na cozinha.”‘ “Quando devidamente preparadas, as azeitonas, como as nozes, substituem a manteiga e os alimentos cárneos”.

Que há de errado com a manteiga? Dois problemas básicos: fatores de doença e saúde relacionados com a gordura e o colesterol na alimentação. Com respeito à doença, a manteiga da última década de 1800 “era muitas vezes rançosa… uma mistura de cascíria e água, ou de cálcio, gesso, gordura gelatinosa [sic] e batatas amassadas”.”

Referindo-se ao futuro, Ellen White escreveu: “Diga-se-lhe que breve virá o tempo em que não haverá segurança no uso de ovos, leite, creme ou manteiga, por motivo de as doenças nos animais estarem aumentando.” A doenças do gado (Mal da Vaca Louca, Febre Aftosa etc) e as doenças das aves (Gripe Aviar), evidenciam isto.

Sem falar no perigo de doença, a manteiga, por si só, é quase gordura pura. Apresenta muitos dos ácidos graxos saturados de cadeia longa que tendem a aumentar o colesterol sérico (bem como os ácidos graxos de cadeia curta que não causam o problema). Uma colher de sopa de manteiga contém 33mg de gorduras saturadas e colesterol.

endurecimento e obstrução das artérias – aterosclerose

A American Heart Association declarou em 13 de maio de 1994: “Pelo fato de ser rica tanto em gordura saturada quanto em colesterol, a manteiga é, em potencial, um alimento altamente aterogênico [que causa endurecimento das artérias]. A maioria das margarinas é feita de gordura vegetal e não fornece nenhum colesterol alimentar. Quanto mais líquida for a margarina, isto é, em forma de pote e líquida, menos hidrogenada será e menos ácidos graxos trans conterá. Portanto, embora também apresente elevado teor de gordura, a margarina é um substituto preferível para a manteiga, sendo que as margarinas moles são melhores que as duras”.14

Fibra Alimentar. Ellen White advertia que “o pão de farinha branca não pode comunicar ao organismo a nutrição que se encontra no pão integral. O uso comum do pão de farinha beneficiada não pode manter o organismo em condições saudáveis”.”

pão integral, rico em fibras

O corpo precisa de dois tipos principais de fibra na alimentação. A fibra solúvel ajuda a baixar os níveis de colesterol sérico e triglicerídeos. As melhores fontes são aveia, feijão, maçã, cevada e trigo-sarraceno. Estes alimentos ajudam a reduzir o risco de ataque cardíaco. A fibra insolúvel podem ser encontrada no farelo de trigo, que reduz o risco de câncer do cólon. Alimentos ricos em fibra ajudam a reduzir o risco de agentes carcinogênicos nos intestinos. A fibra ataca o colesterol e os ácidos biliares segregados pela vesícula biliar, removendo-os rapidamente do sistema intestinal.

Os produtos animais possuem pouca ou nenhuma fibra. Os cereais refinados e outros produtos refinados têm muito pouco. Em um Estudo da Saúde Adventista,` homens que ingeriam com freqüência pão de trigo integral apresentaram apenas 56 por cento do índice de ataques cardíacos não fatais previstos e 89 por cento do índice de ataques cardíacos fatais previstos.

Numerosos estudos feitos recentemente relacionam o risco do câncer de cólon com a falta de fibra na alimentação. 0 tempo de trânsito gastro intestinal é de setenta e sete horas quando se emprega uma alimentação refinada, mas de apenas trinta e cinco horas quando se usa uma alimentação não refinada.17 As populações que adotam uma dieta refinada apresentam incidência de câncer de cólon maior do que as dos países em que a maioria segue um regime alimentar não refinado. 18 0 risco do câncer de cólon diminui na proporção em que a fibra no regime alimentar aumenta. Peritos como o Dr. D. P. Burkitt, cirurgião britânico e pesquisador médico mundialmente famoso, afirmam que a falta de fibra alimentar é a principal causa de apendicite, veias varicosas, diverticulite, câncer do cólon, hérnias hiatais, prisão de ventre e outros problemas de saúde.’19

DIETA COM CARNE E SEUS EFEITOS

Em 1866 Ellen White escreveu que “a possibilidade de contrair doenças é dez vezes aumentada pelo uso da carne”.” Tempos depois, em 1869, disse que “não devemos pôr carne diante de nossos filhos”.21

dieta com carne vermelha, prejudicial ao coração

Por que ela foi tão explícita? Porque o costume de comer carne é prejudicial à saúde física, mental e espiritual.

Impacto físico: Ellen White escreveu que o comer carne “aumenta dez vezes” a possibilidade “de contrair doenças”. Além disso, causa obesidade, 22 morte repentina (ataque cardíaco ou derrame cerebral ) 23 “condição doentia” dos ossos (provavelmente osteoporose ) 24 e câncer. 21 Contrariamente ao pensamento convencional, ela achava “um erro supor que a força muscular depende do uso de alimento animal. As necessidades do organismo podem ser melhor supridas, e mais vigorosa saúde se pode desfrutar, deixando de usa-lo .26 Além disso,  o uso da carne de animais tende a tomar pesado o corpo [obesidade]”.”

Impacto mental: Ela advertiu que “os estudantes efetuariam muito mais em seus estudos se nunca provassem carne. Quando a parte animal do instrumento humano é fortalecida pelo uso da carne, as faculdades intelectuais enfraquecem proporcionalmente. 28

Impacto espiritual: Ainda mais importante do que as desvantagens físicas e mentais decorrentes do comer carne, é o fato de que a “vida religiosa pode ser obtida e mantida com mais êxito se a carne for descartada, pois esse regime estimula intensivamente as tendências concupiscentes, e enfraquece a natureza moral e espiritual” .29

Para Ellen White, “a reforma dietética deve ser progressiva” .30 Foi por isso que ela disse em muitas ocasiões que jamais julgou ser seu “dever dizer que ninguém deveria provar carne, sob quaisquer circunstâncias. Dizer isto, quando o povo tem sido educado a viver de comer carne em tão grande medida, seria levar ao extremo a questão.”

Ao mesmo tempo, não abrandava suas palavras quando questões eternas estavam em jogo. Dentro do contexto daqueles que estavam proclamando as mensagens dos três anjos (Apoc. 14) e, deste modo, preparando-se para a vinda de Cristo, afirmou: “Entre os que estão aguardando a vinda do Senhor, o comer carne será afinal abandonado; a carne deixará de fazer parte de sua alimentação. 11320 comer carne será eliminado “antes que o povo de Deus possa ser apresentado diante dEle perfeito11.33

Ellen White não usava de meias palavras quando falou diretamente aos líderes da igreja sobre a questão do comer carne: ninguém que, por ensino e por exemplo, “contradiz” os princípios da reforma de saúde deve ser “mestre do povo. 34 Não devem ser “empregados em nossas instituições médicos que comam carne e a prescrevam a seus pacientes”. 31 Pastores que comem carne “dão um mau exemplo” e tornam difícil que outros tenham confiança” nele.36

A CARNE COMO ALIMENTO

A Carne e obesidade: É difícil tornar-se obeso seguindo-se a dieta original da humanidade (Gênesis 1-3: frutas, cereais, nozes e vegetais). Estudos recentes indicam que aqueles que adotam alimentação cárnea são muito mais propensos à obesidade. No Estudo Sobre a Mortalidade Adventista, 16 por cento das mulheres e 8 por cento dos homens vegetarianos eram obesos, enquanto no grupo dos adventistas não vegetarianos 32 por cento das mulheres e 20 por cento dos homens eram obesos.37 Pelo fato de possuir elevado teor de gordura, a carne contém muitas calorias num pequeno espaço, sendo assim um alimento de alta densidade calórica.

dieta com carne favorece a obesidade

A carne, obesidade e câncer: A obesidade, porém, faz-se acompanhar de outros riscos. A obesidade aumenta em 50 a 100 por cento o risco de cardíopatia coronariana, intensificando dramaticarnente o risco de câncer. A obesidade aumenta o risco de cânceres, tais como câncer de mama 38 câncer endométrico, 39 câncer prostático, câncer de cólon 40 e outros cânceres. “As pessoas que seguem um regime com elevado teor de gordura tendem a ser mais pesadas e a comer mais carne e poucas frutas e verduras, aumentando assim também seu risco de câncer. 41

Em Hiroshisma, Japão, o câncer de mama ocorria 3,8 mais vezes nas pessoas que consumiam carne diariamente do que nos vegetarianos. Os consumidores diários de ovos corriam 2,8 vezes mais riscos, e os consumidores de manteiga e queijo, 2-3 vezes mais riscos do que aqueles que não consumiam tais artigos. 42 Em um estudo realizado com 265.118 japoneses, os comedores de carne corriam 2,5 vezes mais riscos de câncer pancreático. 43

O sistema imunológico humano é diretamente afetado pelo que comemos, de modo que a resistência do corpo ao câncer pode ser o fator mais importante na prevenção do câncer. Os excessos ou deficiências de qualquer nutriente afetam negativamente o sistema imunológico. Uma alimentação rica em proteína, por exemplo, deprime as células T~44 ao passo que uma alimentação excessivamente pobre em proteína, como acontece com o mal de Kwashiorkor, deprime o sistema imunológico.Tanto a obesidade quanto a inanição deprimem o sistema imunológico. Níveis elevados de colesterol sérico deprimem o sistema imunológico tanto quanto doses excessivas de vitamina C ou E.45

celulas cancerígenas

Carne e câncer: 0 índice de mortalidade que envolve o câncer de ovário é bastante diferente entre (a) os adventistas lacto-ovovegetarianos (15,9/100.000), (b) os que usam carne de uma a três vezes por semana (18/100.000), (c) a população geral da Califórnia (24/100.000) e (d) adventistas que usam carne quatro ou mais vezes por semana (26,4/1 00.000).46

Nesse mesmo estudo, que comparou os três grupos, os índices de mortalidade para o câncer de mama foram: (a) 64/100.000; (b) 73,3/100.000; e (c) 81,6/1 00.000.47

PRODUTOS ANIMAIS E MORTE

Pessoas que consomem grandes quantidades de produtos animais (carne, leite, ovos, queijo) correm riscos 3,6 vezes maiores de morrer por câncer de próstata do que os que consomem esses artigos em pequena quantidade.48 0 estudo mostrou também que os que comem carne mais de três vezes por semana aumentam seu risco de câncer de bexiga fatal ou quase fatal .49 Comer carne cinco ou mais vezes por semana pode triplicar o risco de cardiopatia coronariana para homens na casa dos 40 anos de idade. 50

Carne

0 relatório de 1996 da Sociedade Norte Americana do Câncer enfatizou que “dietas ricas em alimentos de fontes vegetais [verduras, frutas, cereais integrais e leguminosas] têm sido associadas com redução de risco de câncer colo-retal, enquanto as dietas ricas em gordura e carne vermelha têm sido associadas com aumento de risco”. Além disso, “descobriu-se que o consumo de gordura animal, carnes vermelhas e produtos lácteos acha-se associado ao aumento do risco de câncer de próstata”. 51

Compararam-se padrões alimentares de quinze países com os índices de mortalidade por linfoma. Existia correlação positiva entre carne bovina e todas as proteínas animais (com exceção do peixe). As proteínas vegetais foram negativamente correlacionadas.”

ALIMENTAÇÃO COM CARNE

Os adventistas do sétimo dia nos Estados Unidos consomem tanta gordura quanto a população em geral.” Apresentam, no entanto, apenas a metade dos cânceres, até mesmo os cânceres não relacionados a fumo e álcool. A explicação para isso está, ao que parece, na diferença do tipo de gordura consumida. O National Research Council declarou que o câncer se acha mais intimamente relacionado com a gordura total e gordura saturada. 14

bacilo causador da Tuberculose (B. Koch)

Carne e causadores de câncer: Quando Ellen White escreveu que a “tuberculose, o câncer e outras doenças fatais” eram causadas por “microorganismos de tuberculose e câncer”, o mundo médico zombou, e continuou a fazer isso por muitas décadas. Mas não hoje.” Em 1974, seis chimpanzés foram alimentados com o leite de vacas leucêmicas. Aos nove meses de idade, dois deles morreram de leucemia, demonstrando que o vírus do câncer pode ser transmitido, mesmo entre espécies diferentes. 160 vírus da leucemia que ataca as galinhas pode ser encontrado em cinco a dez por cento de todos OS OVOS.17

Carne e diabetes: Segundo o Estudo da Saúde Adventista, os que consumiam carne seis dias ou mais por semana corriam 3,8 vezes mais risco de morrer de diabetes do que os vegetarianos. 58

Carne e resistência: Um estudo realizado entre atletas suecos mostrou que uma dieta de três dias rica em carboidratos (conforme a dieta original de Gên. 1-3) produziu três vezes mais resistência (167 minutos) do que uma dieta de três dias rica em proteína e gordura (57 Minutos).59

Carne e ácidos graxos essenciais: A dieta original de Deus (Gên. 1-3) não continha gordura animal, mas encerrava suficientes ácidos graxos poliinsaturados essenciais provenientes de fontes vegetais. A adequada quantidade de ácido linoléico, encontrado nos cereais, reduz a hipertensão (elevação da pressão sangüínea) 60 e a pegajosidade das plaquetas e a agregação das hemácias, 61 reduz o colesterol sangüíne  62 e diminui o risco de ataques cardíaCOS 63 e fibrilação ventricular. 64

hemácias ou glóbuklos vermelhos; se agregam com o uso da dieta de carne

Carne e longevidade: Os que não comem carne apresentam elevada expectativa de vida acima dos oitenta anos, embora isto não pareça um aumento na duração máxima da vida 65.

FATORES QUE AFETAM A SAUDE

Sal. Ainda que tenha declarado que o sal era “essencial para o sangue” 66. Ellen White também advertiu contra o consumo da “indevida quantidade de sal”.’7 Avisou também que “o livre uso” de sal (bem como de açúcar e leite) “é positivamente nocivo à saúde”. 68

sal – precussor de males cardíacos

Chá e café. Para Ellen White, usar chá e café como bebida “é pecado, condescendência prejudicial” .69 Passada sua influência estimulante imediata, inicia-se “uma sensação de depressão”. 70  Com o uso continuado, o sistema nervoso da pessoa que assim maltrata seu organismo sentirá “dores de cabeça, insônia, palpitação, indigestão, tremores e muitos outros males; pois eles [chá, café e ‘muitas outras bebidas populares’] esgotam a força vital”.” Tanto o chá como o café são venenosos, e os “cristãos devem” deixá-los “em paz”,” uma posição confirmada por pesquisas atuais .73

A cafeína, o principal culpado no caso do chá e do café, encontra-se facilmente disponível em muitas bebidas populares (refrigerantes à base de cola) e medicamentos vendidos sem receita médica. Os efeitos fisiológicos da cafeína tornam-se visíveis nos adultos em doses de apenas 100-200mg – o equivalente de uma a três xícaras de café. Mas para uma criança (de 1 a 5 anos de idade) uma lata de soda cafeinada corresponde a quatro xícaras de café!

0 Estudo da Saúde Adventista descobriu que o uso de apenas uma xícara de café diariamente estava associado com um aumento de 33 por cento no risco de doença cardíaca fatal no sexo masculino. Relatou-se que adventistas que consomem duas ou mais xícaras de café diariamente apresentam maior risco de câncer de cólon e câncer de bexiga fatais.74

café – precussor de alterações males cardíacos

A síndrome da cafeína caracteriza-se por agressividade, hiperatividade e, algumas vezes, comportamento psicótico. A cafeína e a ingestão excessiva dos alcalóides xantina (encontrados em café, chá, cacau e algumas bebidas populares) afetam as pessoas de maneira diferente, embora os sintomas mais comumente observados sejam a estimulação anormal do sistema nervoso e a inflamação do sistema gastrointestinal.”

REGIME ORIGINAL DA HUMANIDADE

A afirmação singela e convicta de Ellen White a respeito do melhor regime alimentar para os seres humanos tem resistido à prova do tempo e da pesquisa: “A fim de saber quais são os melhores alimentos, cumpre-nos estudar o plano original de Deus para o regime do ser humano. … Cereais, frutas, nozes e verduras constituem o regime dietético escolhido por nosso Criador. 76 A pesquisa comprobatória é volumosa e cresce a cada ano.

frutas em abundãncia – garantia de saúde

Nozes. Embora a comunidade científica tenha por longo tempo ignorado as nozes, ou julgado que eram gordurosas demais para serem recomendadas, a evidência agora comprova os ensinos de Ellen White. Ela as incluiu no “regime dietético escolhido por nosso Criador”.” Além disso, afirmou que os frutos oleaginosos “não são tão saudáveis quanto outros. A amêndoa é preferível ao amendoim. 78

Cônscia de alguns dos perigos de usar nozes demais na alimentação (por causa de seu elevado teor de gordura), Ellen “ire advertiu que “urna quantidade -excessiva de alimentos oleaginosos é prejudicial… mas… todos podem comer frutas à vontade.”79

No Estudo da Saúde Adventista, homens que comiam nozes 4 a 5 vezes por semana apresentavam apenas a metade dos ataques cardíacos fatais em relação àqueles que raramente comiam nozes. 80 Demonstrou-se que nozes e amêndoas baixam os lipídios séricos (reduzindo o risco de aterosclerose).

FRUTAS E VERDURAS

Pesquisas recentes têm realçado os benefícios para a saúde de uma alimentação rica em frutas e verduras. “As verduras e frutas são alimentos complexos, que possuem mais de 100 vitaminas, sais minerais, fibra e outras substâncias benéficas. Os cientistas ainda não sabem qual dos nutrientes ou de outras substâncias contidas nas frutas e verduras atua como proteção contra o câncer. As principais possibilidades incluem vitaminas, sais minerais, fibra e fitoquímicos específicos – carotenóides, flavonóides, terpenos, esteróis, indóis e fenóis presentes em alimentos de origem vegetal. Até que se conheça mais sobre os componentes específicos dos alimentos, o melhor conselho é comer cinco ou mais porções de frutas e verduras por dia.””

verduras a vontade – garantia de saúde

0 Estudo da Saúde Adventista indicou que vegetarianos consomem duas vezes mais vitamina A e quatro vezes mais vitamina C que as pessoas da população em geral. As vitaminas antioxidantes A, C e E podem reduzir o risco de câncer e de cardiopatias coronarianas. Comer quatro porções de legumes por semana diminui o risco de câncer pancreático muito mais do que comer legumes apenas uma vez por semana. 83

Onde se encontram esses antioxidantes? Em cenouras, abóboras, tomates, vegetais folhosos, frutas secas, morangos frescos, melões, brócolis, couve-flor, couve -delbruxelas, etc. Em um estudo feito com idosos, apenas 30 por cento dos que consumiam grandes quantidades desses alimentos morreram de câncer, em relação aos que os consumiam em pequena quantidade. 84

No relatório de 1996 da American Cancer Society, fez-se referência ao “dano constante que o oxigênio provoca nos tecidos como resultado do metabolismo normal. Pelo fato de este dano estar associado ao aumento do risco de câncer, acredita-se que os nutrientes antioxidantes protegem contra o câncer. Os nutrientes antioxidantes incluem a vitamina C, a vitamina E, o selênio e os carotenóides. Estudos sugerem que as pessoas que comem mais frutas e verduras contendo esses antioxidantes correm menos risco de contrair câncer.”85

Os que comiam repolho uma vez por semana apresentaram apenas um terço do risco de câncer no cólon, comparados com aqueles que o comiam apenas uma vez por mês. 86

Os que obtinham quantidade satisfatória de vitamina A apresentavam apenas um terço do risco de câncer no pulmão, comparados com aqueles que consumiam pequena quantidade de vitamina A. O câncer de boca e de faringe foi reduzido pela metade naqueles que consumiam elevadas quantidades de frutas e verduras.88

verduras e legumes – fonte de vitaminas

Revelou-se que quantidades adequadas das vitaminas antioxidantes A, C e E reduzem o risco de cataratas. Os que consumiam menos de 3,5 porções de frutas e verduras diariamente apresentavam de cinco a dez vezes maior risco de cataratas! 89

Alimentos com elevado teor de potássio, como laranja, banana, batata e leite, reduzem o risco de derrame cerebral em até 40 por cento. 90

COMBINAÇÃO DOS ALIMENTOS

Frutas e verduras na mesma refeição. Ellen White aconselhava evitar “comer frutas e verduras na mesma refeição”.91 “Numa refeição usem pão e fruta; na seguinte, pão e verduras. 92

frutas e verduras – combinação que exige atenção

Sempre que possível, a Sra. White seguia esta prática: “Como o alimento mais simples, preparado pela mais simples maneira. Por meses meu principal artigo de alimentação tem sido macarrão bem fino,e tomates em conserva, cozidos juntamente. Como isto com torradas. E então como também frutas cozidas, e às vezes torta de limão. Milho seco, cozido com leite ou um pouco de nata, é outro prato que uso às vezes.”93

Qual o problema de misturar frutas e verduras? Para muitos de digestão “deficiente”, a mistura ocasionará “perturbação, incapacitando para o esforço mental” .94 Algumas crianças “tornam-se irritadas e impertinentes”. 95

Ellen White viu em visão a causa da doença de um pastor: “Eu anotei o seu regime alimentar. Você come variedade muito grande de alimentos numa só refeição. Frutas e verduras consumidas juntas na mesma refeição produzem acidez estomacal; daí resulta sangue impuro, e a mente não é clara porque a digestão é imperfeita.96

A Sra. White aconselhava os estudantes a comerem mais frutas e cereais do que verduras no jantar: “Tomem os estudantes a terceira refeição, preparada sem verduras, mas com alimento simples e saudável, tais como frutas e pão.” 97

Para a família White, vegetais incluíam ervilhas, feijões, batatas, nabos, cebolas, repolhos e abóboras (embora alguns destes sejam, do ponto de vista botânico, classificados como frutas). As frutas incluíam tomates, maçãs, pêras, pêssegos, morangos, framboesas, amoras-pretas, mirtilos, uvas, uvas-domonte e passas. Os cereais (ou grãos) incluíam trigo, milho, centeio, cevada, farinha de aveia, arroz, féculas, amido de milho “e coisas semelhantes”.

Alguns se admiram do fato de Ellen White haver incluído os tomates no grupo das frutas, mas ela o fez seguindo o uso comum. 99

Azeitonas era um item que podia ser comido seguramente em qualquer refeição. 100

cereais integrais – garantia de saúde

Cereais. A ênfase que Ellen White punha nos cereais como componente essencial de uma alimentação adequada foi comprovada de maneira inequívoca em pesquisas recentes. “Os cereais como trigo, arroz, aveia e cevada, bem como os alimentos feitos com eles, constituem a base da alimentação saudável, conforme ilustrada na Pirâmide Alimentar. Os regimes alimentares saudáveis contêm de seis a 11 porções diárias deste grupo. … Os cereais são uma importante fonte de muitas vitaminas e minerais tais como ácido fólico, cálcio e selênio, todos associados a um baixo risco de câncer do cólon.” 116

O LEITE DE VACA COMO ALIMENTO PARA HUMANOS

O conselho de Ellen White a respeito do leite tem sido freqüentemente mal compreendido tanto por aqueles que o empregam livremente quanto por aqueles que o evitam. Por um lado, ela prediz claramente a chegada do tempo em que “o leite das vacas será também excluído do regime do povo que guarda os mandamentos de Deus”.

Contudo, outra vez demonstrando seu bom senso e conselho esclarecido, Ellen White alertava que, em seus dias, “varias condições presentes”,”” não chegara ainda o tempo de “rejeitar” ou “excluir” o leite. Apresentou duas razões: (1) os pobres não tinham condições de fazer de imediato os ajustes alimentares: “Não lhes posso dizer: ‘Não comam ovos, ou leite ou nata. Vocês não devem usar manteiga no preparo do alimento.’ 0 evangelho deve ser pregado aos pobres, e ainda não veio o tempo de prescrever o mais estrito regime dietético.1’103 0 bom senso indicava que “até que lhes possamos ensinar a preparar alimentos segundo a reforma de saúde, apetitosos e nutritivos, ao mesmo tempo que pouco dispendiosos, não estamos na liberdade de apresentar as mais avançadas proposições quanto ao regime da reforma de saúde.”104 (2) As doenças nos animais estavam aumentando e, por razões de “segurança”, seria sábio excluir o leite da alimentação. ”

Embora ela nos aconselhasse a preparar-nos para o tempo em que o leite não seria “seguro”, salientou que o leite, ou seus equivalentes,106 era ainda parte do “mais saudável regime”. 107 O leite parece ser a fonte de vitamina B12 mais disponível; sem o leite, muitas pessoas teriam que tomar suplementos de vitamina B12.

0 bom senso de Ellen White também adverte contra pontos de vista extremos. Para algumas pessoas, abandonar o leite prematuramente sem providenciar um substituto pode causar doença e até morte.108 Para outras, seria uma dificuldade financeira injustificada encontrar um substituto para o leite.109

Seu bom senso instava para que ela advertisse contra as proibições prematuras que transformariam algumas pessoas em árbitros daquilo que outras deviam pôr à mesa, criando assim “um tempo de angústia antecipadamente”.”” Acima de tudo, “não devemos permitir que diferenças de opinião criem desuniões”.111

Assim sendo, permanece a pergunta: quando devemos “excluir” o leite da alimentação? Em 1901, o tempo ainda não havia chegado.”‘ Quando chegar o tempo, “Deus o revelará”.”‘ Devemos esperar, usando nosso melhor discernimento, sempre guiando-nos individualmente pelo princípio do “dever conhecido”,114 “até que as circunstâncias o exijam, e o Senhor prepare o caminho para isso”. 115

ELEMENTOS QUE AFETAM O CÉREBRO

0 álcool afeta as células cerebrais. Quando Ellen White escreveu em 1885 que as bebidas alcoólicas destroem a “razão e a vida” e, em 1905, que essas bebidas “destroem os nervos sensitivos do cérebro”, ela parecia uma defensora exagerada da temperança.”‘ Mas, em 1970, as pesquisas indicaram que “mesmo o bebedor moderado pode expor-se a alguma perda de células cerebrais insubstituíveis, cada vez que bebe. … A única diferença entre sua perda de tecido cerebral e a de um bebedor inveterado é a intensidade.””‘ A capacidade de tomar decisões a respeito de questões morais começa a falhar mesmo no mais baixo nível de consumo alcoólico (muito abaixo daquele que se considera adequado para reduzir o risco de ataque cardíaco). 119

A cafeína afeta a espiritualidade. Ellen White talvez não soubesse que se achava muitas décadas à frente da confirmação científica quando advertiu que “tais estimulantes e narcóticos como o chá, café, fumo, álcool e a morfina… exercem uma influência perniciosa sobre o caráter moral. Quanto mais cedo se formam estes hábitos prejudiciais, tanto mais firmemente eles prenderão sua vítima em escravidão ao vício e tanto mais certamente haverão de rebaixar a norma da espiritualidade.””O Mas esta verdade se reflete nos estudos atuais. Pesquisadores perceberam, entre outras descobertas, que, à medida que os bebedores de café envelhecem, seu consumo de café aumenta. Num plano espiritual, este aumento no consumo se faz acompanhar de um decréscimo no envolvimento religioso.”‘

Alimentação deficiente e baixo aproveitamento escolar. Em 1884, Ellen White declarou que “nove décimos da impiedade dos filhos de hoje são causados pela intemperança no comer e no beber”. Seis anos depois, escreveu que “o regime afeta consideravelmente a mente e a disposição”.”‘ Hoje amplas evidências indicam que existe uma correlação entre hábitos alimentares deficientes e o baixo aproveitamento escolar. Crianças mais bem alimentadas tiram melhores notas na escola. Quando os estudantes com notas baixas e alimentação deficiente recebem refeições nutricionalmente enriquecidas, suas notas e outros indicadores escolares melhoram.”
Escrito por I. Augusto às 10h48

Aspectos Não Alimentares do Reforma de Saúde

Aspectos objetáveis de viver na cidade. Em 1890, Ellen White falou que “Satanás está trabalhando na atmosfera, envenenando-a”. Em 1902 ela predisse que a vida na cidade “piorará mais e mais” e “um perigo para a saúde” com “o predomínio de ar poluído, água e alimento impuros”, incluindo “gases venenosos”. Dirigiu sua atenção para o tempo em que muitos se mudariam para o campo, “pois a impiedade e a corrupção crescerão a tal ponto que a própria atmosfera das cidades parecerá poluída”. 124 Pesquisas modernas confirmam esta advertência.

Efeitos benéficos da luz solar. Ellen White escreveu em 1865 que a atmosfera dos aposentos não expostos à luz e ao ar “é tóxica, porque não foi purificada pela luz e pelo ar”. Por quê? “Microorganismos produtores da morte pululam nos recantos escuros e negligenciados, em apodrecidos detritos. … Perfeito asseio, quantidade de sol, cuidadosa atenção às condições sanitárias em todos os detalhes da vida doméstica são essenciais à prevenção das doenças e ao contentamento e vigor dos habitantes do lar.” 115

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