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Durante muitos séculos, a igreja que segue os ensinamentos do papado apavorou multidões inculcando-lhes na mente a crença em um inferno de fogo que arde por toda a eternidade e onde as pessoas condenadas sofrem tormentos indizíveis. Também por meio da doutrina do purgatório conseguiu acumular imensas fortunas enganando as pessoas ignorantes e supersticiosas com a ideia de que, mediante o pagamento  de  dinheiro  à  igreja,  elas poderiam libertar parentes e amigos falecidos que estavam retidos nas chamas atormentadoras! São as tais de indulgências. Admira-nos o fato de ter existido indivíduos que, por amor ao vil metal, procurassem ensinar doutrinas tão perversas!
Ainda hoje, em pleno século XXI, a igreja caída continua ensinando as doutrinas do inferno e do purgatório. Também as filhas da igreja-mãe, que são as outras igrejas apostatadas, embora não creiam no purgatório e professem adotar a Bíblia como regra de fé e prática, ensinam a doutrina do inferno de fogo para amedrontar as multidões e tirar proveito financeiro em torno disto.
Mas o papado descobriu que é repugnante à mentalidade pós-moderna as monstruosas heresias do inferno de fogo eterno e também do purgatório. Portanto, resolveu modificá-las. Continua ensinando que existe inferno e purgatório, mas o fogo é simbólico. O papado resolveu apagar as chamas do inferno e do purgatório! O inferno passou a significar um lugar de trevas e separação de Deus, mas não existe mais o fogo do inferno nem do purgatório. É, realmente, um inferno muito mais light. Sem dúvida, houve uma mudança bastante signficativa.
Tudo isto nos mostra o caráter mutável da igreja papal que, dizendo-se única intérprete infalível das Escrituras, é capaz de modificar algumas das suas doutrinas quando lhe é conveniente.
Mas existe outro caso em que a mudança foi para pior: o papado rejeitou o relato histórico da criação e queda do homem e adotou a evolução das espécies de Charles Darwin. Aceitando o evolucionismo como científico, o papado embarcou em uma canoa furada, porque a teoria evolucionista, embora tenha se revestido de roupagem científica e seja ensinada nas universidades, não passa de uma teoria altamente improvável e anti-científica! Se alguém duvida disto, por favor leia o livro A Caixa Preta de Darwin, de autoria de Michael Behe, bioquímico e professor na Universidade Lehigh (Pensilvânia, Estados Unidos). O referido livro tem como subtítulo O desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução; Jorge Zahar Editor, 1997.
O papado se considera infalível e afirma que sua igreja é a única autorizada e capaz de interpretar as Escrituras. Se toda a Cristandade aceitasse tal pretensão, o mundo voltaria ao paganismo, a uma escuridão espiritual mais densa do que as trevas da Idade Média.
Temos um exemplo de como as pessoas são enganadas por esse anticristo no embuste da canonização dos santos. A beatificação de Francisca de Paula de Jesus, “Nhá Chica”, atraiu grande interesse, porque afirmam que ela operou um milagre. A fim de ser canonizada, “Nhá Chica” precisa operar um segundo milagre! Existe uma lista de outros “santos” à espera de beatificação e canonização. A prova de que tudo isto não passa de uma fábula do paganismo encontramos no livro de Eclesiastes, capítulo 9, versículos 5, 6 e 10: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles qualquer recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; e não têm parte em coisa alguma do que jaz debaixo do sol. . .  Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” Também são muito elucidativas no tocante a este assunto as palavras do apóstolo Paulo em sua Primeira Epístola aos Coríntios, capítulo 15, versículos 16-18: “Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.” Nestas palavras, o apóstolo mostra que a única esperança de vida futura consiste na ressurreição dos mortos e não numa suposta alma ou espírito que abandona o corpo por ocasião da morte e voa para o Céu. Muitos outros textos bíblicos poderiam ser citados provando que a doutrina da consciência do ser humano na morte não passa de uma grande mentira. É absolutamente impossível um morto operar qualquer milagre ou interceder pelos vivos. Entretanto, milhões de pessoas são ensinadas a acreditar nesta mentira do diabo.  Não estamos condenando as pessoas que são enganadas, mas o poder religioso embusteiro que forjou tais imposturas.
É claro que existe sinceridade entre as pessoas que acreditam em uma cega superstição e creem noutras doutrinas absurdas do paganismo. Mas o homem do pecado se declara infalível e o único que é capaz de interpretar as Escrituras! As doutrinas por ele ensinadas contradizem o que a Bíblia realmente ensina!
Quanto aos bereanos, nos é dito: “Ora, estes de Bereia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim” (Atos 17:11).
Todo cristão deve procurar imitar o exemplo dos bereanos se não quiser ser enganado pelas pretensões mentirosas do anticristo papal!

O anúncio do Papa Bento XVI de que irá renunciar ao pontificado a partir de 28 de fevereiro surpreendeu o mundo, não somente os seus seguidores católicos. É evidente que o papa tem suas razões para tomar uma decisão tão inesperada e incomum. Foram apresentados três exemplos de renúncia de papas: Bento IX em 1045. Consta que um nobre riquíssimo chamado João Graciano, que depois foi papa com o nome de Gregório VI, ofereceu uma grande soma para que o jovem Teofilato (Bento IX) se afastasse de Roma. Filho de Alberico III, conde de Túsculo, tornou-se papa por imposição de seus parentes muito poderosos e de grande influência. Tinha menos de 20 anos de idade! Três vezes ele foi papa e três vezes foi deposto. É discutível que de fato tenha havido alguma renúncia de Bento IX. Segundo o livro Biografias dos Papas, pág. 301, o seu pontíficado, com interrupções, durou 15 anos (1033-1048). Celestino V de fato renunciou em 1294. Alguém disse no Jornal Nacional que foi em 1235. Apesar de ocupar uma posição tão importante na Igreja Romana, acaso esse cardeal desconhece a história do papado? Não, o mais provável é que tenha havido um lapso de memória. O papa que reinava em 1235 era Gregório IX, de triste memória, pois regulamentou o execrável tribunal da inquisição criado por Inocêncio III em 1215. Mas ele não merece um juízo muito severo porque em seus primeiros anos a inquisição não tinha tortura! Foi o famigerado papa por nome de Inocêncio IV (1243-1254) quem instituiu a tortura na inquisição. É curioso que Gregório IX tenha sido o papa que mais viveu. Eleito aos 84 anos (1227), morreu em 1241 com a avançada idade de 98 anos e nunca renunciou! Voltando a Celestino V, consta que ele aceitou ser papa com relutância, temendo contrariar a vontade de Deus. Seu sucessor, Bonifácio VIII, é acusado de ter cometido os piores crimes contra o inexperiente monge que renunciou ao papado, inclusive fazendo pressão para que ele renunciasse. Mesmo depois que Celestino V renunciou, Bento Caetani (Bonifácio VIII) não permitiu que ele vivesse seus últimos dias em paz. Mandou prendê-lo em um convento! [Bonifácio ou Malifácio?]. Bonifácio VIII (1294-1303) foi um defensor da teoria das duas espadas. Afirmava que Jesus havia conferido a S. Pedro duas espadas: uma espiritual e outra temporal e que os que discordassem dessa doutrina eram heréticos e não poderiam ser salvos! (bula Unam Sanctam). Alguém afirmou que esse papa subiu ao trono como raposa, reinou como leão e morreu como cachorro. De fato, Bonifácio VIII foi muito humilhado pelo rei francês Filipe IV. Os emissários do rei o esbofetearam e fizeram com que ele morresse desgostoso. Por mais mau que tenha sido Filipe IV o Belo, rei da França, ele não se dobrou ante as pretensões de Bonifácio VIII. O outro papa que renunciou foi Gregório XII em 1415. Era o tempo do chamado Grande Cisma em que houve ao mesmo tempo até três papas: um em Roma, outro em Avinhão e outro em Pisa. Em outro período sombrio da história do papado, ficou célebre o chamado “sínodo cadavérico”. Depois do papa Formoso (891-896) houve um papa por nome Bonifácio VI que nem aparece na lista por ter tido um pontificado brevíssimo — apenas alguns dias. Seu sucessor, Estêvão VI, mandou retirar do seu ataúde o cadáver do papa Formoso. O corpo foi assentado num trono e acusado de ter aceito ser papa (bispo de Roma) sendo que já era bispo de Porto! Depois de outras acusações, o morto foi intimado a se defender, julgado criminoso e despojado das insígnias pontificais. Cortaram-lhe os dedos da mão direita e atiraram o cadáver no rio Tibre. Alguns anos depois, a partir do pontificado de Sérgio III (904-911), houve um período que recebeu o nome de pornocracia [governo das meretrizes] e que durou do ano 904 até o final do pontificado de João XII (964). O papa Sérgio III foi amante de Teodora, esposa de um senador romano, e de sua filha Marózia. Dizem que ele foi o pai do papa João XI (931-936). Mas João XI, muito jovem quando exerceu o pontificado, provavelmente era filho de Alberico I, conde de Túsculo, e de Marózia. João XII (955-964), neto de Marózia, foi um verdadeiro prodígio de vício e de crime. Homicídios, adultérios e incestos caracterizaram seu pontificado. Transformou a corte romana num bordel e morreu às mãos de um indivíduo ultrajado enquanto abusava da sua esposa! Poderia ser chamado o Calígula do pontificado! Foi a partir de João XII [que se chamava Otaviano] que os papas seguiram a tradição de mudar de nome ao serem eleitos para o pontificado. Por isso Bento XVI em vez de Joseph Alois Ratzinger. Alguns papas preferiram conservar o mesmo nome: Adriano VI em 1522 e Marcelo II em 1555. Também existe muita confusão no elenco cronológico dos papas: Martinho I (649-655) foi seguido por Martinho IV (1281-1285). Não houve Martinho II nem Martinho III. Mas houve Marino I e Marino II. Também o mesmo se dá com o nome João. Por exemplo, João XIX (1024-1033) foi seguido por João XXI (1276-1277). Acaso o português Pedro Juliano, que como papa adotou o nome de João XXI, não sabia que o seu predecessor de nome João fora João XIX e não João XX? Ou ele não gostava do número XX? Também existiram dois João XXIII. No tempo do Grande Cisma, o cardeal Baltazaro Cossa adotou o nome de João XXIII (1410-1417). Esse papa era extremamente corrupto e depravado e está na lista dos antipapas. Cometeu dezenas de crimes. Ele foi deposto pelo Concílio de Constança. Também era a época do Grande Cisma do Ocidente em que houve até três papas! O outro João XXIII (Angelo Giuseppe Roncalli) é mais recente (1958-1963). Convocou o Concílio Vaticano II e era apreciado até pelos não católicos! Um grande contraste com o antipapa João XXIII. Os papas se consideram sucessores do apóstolo Pedro. Os católicos apresentam os três pontificados mais longos como sendo os de S. Pedro, Pio IX e João Paulo II. Excetuando-se o lendário pontificado de S. Pedro, na verdade os três pontificados mais longos da História foram: 1. Pio IX (1846-1878) — quase 32 anos! 2. João Paulo II (1978-2005) — não chegou a atingir 27 anos. 3. Leão XIII (1878-1903) — passou dos 25 anos. Houve sete papas alemães e todos eles tiveram um breve pontificado. 1. Gregório V (996-999). Chamava-se Bruno, filho do Duque da Caríntia. 2. Clemente II (1046-1047). Seu nome era Suidger, e fora bispo de Bamberg. 3. Dâmaso II (1048). Era Póppon, bispo de Brixen, alemão da Baviera. Teve apenas um mês de pontificado. Acredita-se que tenha sido envenenado. 4. Leão IX (1048-1054). Seu nome era Bruno, bispo de Toul, da família dos Condes de Nordgau. Durante o seu pontificado houve o grande Cisma do Oriente. Miguel Cerulário, patriarca de Constantinopla, deixou de reconhecer a supremacia do papado. Foi a primeira grande cisão na Cristandade. A outra aconteceu no século XVI — a Reforma Protestante. 5. Vítor II (1054-1057). Chamava-se Gebhard. Era bispo de Eichstadt, jovem, e pertencia à família dos Condes de Calw. 6. Estêvão IX (1057-1058). Frederico de Lorena (região então pertencente ao império germânico) foi o sexto papa alemão. 7. Bento XVI (2005-2013). Seu nome é Joseph Alois Ratzinger. Contemporâneo, já anunciou que irá renunciar.
Houve um papa português: João XXI (1276-1277). Chamava-se Pedro Juliano.
Houve um papa inglês: Adriano IV (1154-1159). Chamava-se Nicolau Breakspear. Condenou Arnaldo de Brescia à fogueira.
Houve um papa holandês, Adriano VI (1522-1523). Chamava-se Adriano Florenz Boyers e preferiu não mudar de nome.
No início da história da Igreja, todos os bispos tinham o nome de papa, que quer dizer pai em latim. Era um título carinhoso e não denotava nenhuma supremacia de um bispo sobre os demais bispos. Sirício, bispo de Roma de 385 a 398, fez com que o título de Papa pertencesse exclusivamente ao bispo de Roma.
Depois que o papado adquiriu a supremacia a partir do sexto século, para “provar” que já possuía o primado desde os primeiros tempos do Cristianismo, forjou alguns documentos. Os principais documentos falsos utilizados pelo papado na Idade Média foram: A Doação de Constantino e as Decretais Pseudo-Isidorianas.

Os magos e a manjedoura

Frequentemente vemos gravuras e mesmo quadros artísticos de presépios retratando os pastores e os magos adorando o Menino Jesus numa manjedoura. No tocante aos pastores, nada existe que possa provar o contrário. Mas teriam os magos, ao chegarem de sua longa viagem, encontrado Jesus numa manjedoura?  O relato dos evangelistas Mateus e Lucas prova que isto seria impossível. A Igreja Romana difundiu várias crendices concernentes à visita dos magos:

1. Os reis magos. Em lugar nenhum é dito que eles eram reis. O texto diz “magos” ou “sábios”.  Também não afirma que eram três. Chegou-se a esta conclusão por causa do número de presentes oferecidos: ouro, incenso e mirra. Veja Mateus 2:11. Segundo a tradição, seus nomes eram: Baltasar, Gaspar e Melquior. A Igreja Romana celebra no dia 6 de janeiro a chamada “Festa dos Santos Reis”, também chamada Epifania. Não se sabe o país de origem desses sábios. Uns acham que eles vieram da Arábia; outros, da Pérsia; e ainda outros supõem que eles eram originários da Índia. O que se sabe é que eram homens piedosos e tinham em sua língua as Escrituras Hebraicas. Da profecia involuntária de Balaão, dada quase 15 séculos antes, eles leram o que se encontra em Números 24:17:  “Uma estrela procederá de Jacó, e um cetro subira de Israel.”

2. Lucas nos informa que o Menino Jesus, ao nascer, foi deitado numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem, ou hospedaria. Percebe-se que a cidade de Belém estava apinhada por causa do recenseamento ordenado pelo imperador romano César Augusto. Lucas 2:1 e 7. Quando os magos chegaram, muitos dias depois, o recenseamento já havia terminado e, sendo assim, José e Maria já teriam comprado ou alugado uma casa. Por isso, diz Mateus: ”Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe” (Mateus 2:11). Não estava mais na manjedoura.  Até mesmo no Hinário Adventista (quem diria?) encontramos afirmações que não condizem com a realidade. Por exemplo, no hino 44: “A paz então reinou em céu, terra e mar, Ao descer sobre o Rei uma luz tutelar; A luz do Salvador brilhou mais e mais, E guiou a Seus pés nobres reis orientais.” E no hino 46: “Estrela de luz um dia brilhou, Com raro fulgor, e os magos guiou Ao pobre curral da humilde Belém, Ao meigo Jesus, a fonte do bem.”  Até mesmo Ellen G. White, em sua obra-prima, O Desejado de Todas as Nações, na página 63, afirma que, ao chegarem os magos, “Jesus estava deitado numa manjedoura.” Inspiração não é infalibilidade. Ellen White jamais afirmou que era infalível. Encontramos a presença da falibilidade humana em assuntos periféricos, tanto na Bíblia quanto nos escritos de Ellen G. White.

3. Quando os magos avistaram a estrela na noite de Natal, iniciaram sua longa viagem. Eles vinham de um país distante e, para que pudessem adorar o Menino junto com os pastores, deveriam ter feito sua viagem de avião, o que não existia na época. Crê-se que a longa viagem foi feita no lombo de camelos.

4. Antes de chegarem a Belém, a cidade de Davi, os magos passaram por Jerusalém, deixando muita gente perplexa. A inquirição feita pelo rei Herodes e a resposta a ele dada pelos magos desfaz o mito de três reis adorando o Menino Jesus numa manjedoura. “Vendo-se iludido pelos magos, enfureceu-se Herodes grandemente e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, de dois anos para baixo, conforme o tempo do qual com precisão se informara dos magos” (Mateus 2:16). Portanto, Jesus deveria ter perto de dois anos quando recebeu a visita dos magos.

5. Finalmente, a oferta apresentada pelos pais de Jesus por ocasião da sua apresentação, “um par de rolas ou dois pombinhos” (Lucas 2:24) mostra que por esse tempo os magos ainda não haviam chegado, pois os valiosos presentes que eles ofertaram ao Menino Jesus mudaram a situação financeira de Maria e José e eles teriam apresentado um sacrifício de maior valor do que um par de rolas ou dois pombinhos.

Vemos neste exemplo que nem sempre a tradição está de acordo com a realidade. Mas não devemos rejeitar todas as tradições. Diz o apóstolo Paulo: “Examinai tudo. Retende o bem” (1 Tessalonicenses 5:21).

Últimas palavras famosas

Autor:  Dr. Walter R. L. Scragg
Traduzido e postado por chicobiblia

“Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.`2Tm 4:7.

Conquanto nem Paulo nem Lucas deixasse registradas as últimas palavras que o grande apóstolo proferiu, estas certamente satisfazem. Um exame de sua vida desde o momento da conversão mostra quão brava e altruisticamente ele trabalhou pelo Senhor a quem servia. Reiteradamente sofreu sem vacilar.
Às vezes incapaz de escolher entre a lei romana e a lei da sinagoga, sentia a severa justiça de ambas. Os romanos o açoitavam. Os judeus lhe atiravam pedras.
Mas não necessitamos de voltar a Paulo para descobrir vidas que permaneceram leais em face da perseguição e adversidade.
Sempre que íamos a Oxford passávamos pela cruz de pedra arredondada que se localiza no pavimento da Broad Street. Ali Hugh Latimer e Nicholas Ridley pagaram o preço supremo por sua fé. A 16 de outubro de 1555 uma mecha acendeu a pilha de madeira e palha do seu martírio. Latimer chamou ao seu companheiro: “Tenha bom ânimo, Mestre Ridley, e não mostre medo. Pela graça de Deus acenderemos neste dia uma luz na Inglaterra que, creio, jamais será apagada.”
Às vezes penso por mim mesmo que seria mais fácil enfrentar a grande decisão, o grande desafio do que defrontar-se com as pequenas tentações, as importunadoras irritações que diariamente assediam nossa vida. Sob as pressões para confessar publicamente minha fé, eu me revestiria de coragem e seria fiel.
Tão grande prova talvez jamais atinja nossa vida. Nas pequenas provas nosso caráter se desenvolverá. Vencendo diariamente, mostraremos nossa confiança nas provisões do Pai.
Latimer e Ridley tiveram seu momento em que poderiam ter escolhido afastar-se de sua sorte final. Aqueles reformadores protestantes e mártires modernos tinham posto em movimento uma uma cadeia de decisões a favor da verdade. Essa cadeia os conduziu e finalmente lhes deu a coragem para enfrentar a prova suprema da fé.
Talvez jamais tenhamos de enfrentar tais momentos, mas temos de optar por Deus. Tais escolhas devemos certamente fazer neste mesmo dia. Não necessariamente grandes escolhas, mas decisões em favor de nosso Senhor. Decisões que verdadeiramente confessem o Seu nome e a nossa fé.
“Só agindo por princípio nas provas da vida cotidiana, podemos adquirir energia para ficar firmes e fiéis nas mais perigosas e difíceis situações.” — A Ciência do Bom Viver, pág. 490.
Esperança e Vitória — Meditações Matinais de 1988, pág. 163.

Frequentemente ouvimos do clero católico a afirmação de que o apóstolo Pedro foi o primeiro papa. Apesar da ausência de comprovação bíblica e histórica, tal idéia é crida por milhões de pessoas. Uma interpretação equivocada das palavras de Jesus em resposta à confissão de Pedro [veja Mateus 16:16-19] é muitas vezes usada para confirmar a suposta investidura de Pedro como o primeiro papa e a pedra sobre a qual a Igreja está construída. O próprio testemunho do apóstolo Pedro de que  a Igreja está construída sobre Cristo, que é a Rocha, não tem importância para os católicos. Também eles lançam mão da ordem de Cristo dada a Pedro para que apascentasse as ovelhas, conforme lemos em João 21:15-17, a fim de afirmar que Pedro foi investido por Cristo como o primeiro papa. Mas este texto joanino deve ser interpretado à luz do seu contexto. Pedro havia recentemente  negado a Cristo  três vezes  e estava profundamente arrependido. Não é fácil avaliar a condição mental de Pedro. Jesus queria a  reabilitação do discípulo arrependido  que havia falhado tão deploravelmente, assegurando-lhe a aceitação do seu arrependimento.  Este é o motivo de Jesus nessa ocasião ter-se dirigido pessoalmente a Pedro, ordenando-lhe que apascentasse as ovelhas e os cordeiros.  Não é nenhuma investidura de Pedro como papa.  Mas a maior prova de que Pedro nunca foi papa temos ao comparar os ensinos de Pedro com os do papado. Por exemplo: Pedro acreditava na historicidade e literalidade do relato bíblico da Criação e do Dilúvio universal. Diz ele, falando dos escarnecedores dos últimos dias: “Eles voluntariamente ignoram isto: que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água, e no meio da água subsiste; pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio. Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro e se guardam para o fogo, até o Dia do Juízo e da perdição dos homens ímpios” (2 Pedro 3:5-7). Está muito claro que Pedro considerava a Criação e o Dilúvio como fatos históricos e não alegoria como afirma o papado.  Quanto à veracidade do Dilúvio, que papistas e evolucionistas negam, pode ser comprovada pela fossilização de animais e de florestas inteiras.  A fossilização não acontece em circunstâncias normais. Os animais mortos que são sepultados se decompõem. A fossilização só ocorre quando há um soterramento repentino como aconteceu na catástofe do Dilúvio. Quais são as consequências de se aceitar o relato histórico da Criação e da Queda do homem como alegoria? Isto interfere na fé no sacrifício expiatório de Cristo para redimir Adão e seus descendentes. Se Adão nunca existiu, é apenas uma alegoria, como afirma o papado, que valor tem o sacrifício de Cristo na Cruz do Calvário para a redenção do ser humano? O verdadeiro Cristianismo jamais abrirá mão do fato de que a história da redenção tem um fundamento veterotestamental. Cristo não morreu para salvar um símio, um antropóide evolucionado ou coisa semelhante, mas um ser humano criado à imagem de Deus. Nem teve Deus de esperar milhões de anos até que um ser unicelular se desenvolvesse chegando à condição de primata para pôr nele uma alma. Este é o deus impotente e imperfeito do Catolicismo Romano, o qual pretende harmonizar os postulados do evolucionismo com os da sua religião. O próprio Cristo se referiu à criação do ser humano como um fato histórico ao mencionar que Deus criou o primeiro casal como macho e fêmea [veja Mateus 19:4-6). Também Jesus se referiu ao Dilúvio como um fato histórico [veja Mateus 24:37-39). Mas para o Romanismo e o seu pontífice “infalível” Darwin tem mais credibilidade do que Jesus Cristo!   O apóstolo Paulo também se refere à queda de Adão e à entrada do pecado no mundo como um fato histórico [veja Romanos 5:12-14). Em sua primeira Epístola aos Coríntios, Paulo fala de Cristo como o segundo Adão. Se Cristo é o segundo Adão, isto é uma prova irrefutável de que o primeiro Adão existiu. Diz o texto inspirado: “Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão, em espírito vivificante” (1 Coríntios 15:45). Alegoria coisa nenhuma! Isto é uma mentira do arquienganador, que se serve do papado como o seu principal instrumento para iludir as pessoas.  Se o relato da Criação, encontrado nos primeiros capítulos de Gênesis, é uma alegoria, perguntamos: Onde termina a alegoria e onde começa o relato histórico? Se os capítulos iniciais são alegóricos, também o é a continuação do relato. Neste caso, a vocação de Abraão, sua estada no Egito, o retorno para Canaã, a migração dos descendentes de Jacó para o Egito, o Êxodo, e assim por diante, são tudo alegoria, porque são a continuação da história! Quando o papa abre a boca e solta uma asneira, todo o orbe católico, incluindo sacerdotes, teológos, bispos, arcebispos, cardeais, doutores de universidades, aceitam tal sandice como pronunciamento infalível porque, infelizmente, o papado conseguiu colocar na cabeça de seus seguidores iludidos e fanatizados a idéia de que o papa é infalível e, portanto, não pode errar. Os que rejeitam tal dogma são considerados hereges. Em face dos ensinamentos dogmáticos do papado, Pedro não passa de um grande herege. Os que ensinam as mesmas doutrinas do apóstolo Pedro são considerados heréticos. Veja mais um ensinamento de Pedro que contrasta com os do papado. Falando de Cristo, ele diz: “Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:11 e 12). Veja como o “herege” Pedro não fala absolutamente nada acerca da Virgem Maria como co-redentora e muito menos dos “santos” como mediadores! E assim iríamos longe se quiséssemos comentar cada uma das “heresias” do apóstolo Pedro. Também o apóstolo Paulo seria outro “herege” porque afirma que a Igreja está edificada “sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Jesus Cristo a principal pedra de esquina” (Efésios 2:20). Não diz que a Igreja está edificada sobre Pedro! Os romanistas gostam de citar as palavras atribuídas a Cipriano, bispo de Cartago, que viveu no terceiro século, quando a Igreja Romana nem existia. Era ainda a igreja primitiva:  Extra ecclesiam, nulla salus [fora da Igreja não há salvação]. Não faz muito tempo, falando em um encontro de estudantes e professores do Pontifício Instituto Bíblico, o Papa Bento XVI afirmou que somente a Igreja Católica pode interpretar “autenticamente a Bíblia” e chegou ao ponto de afirmar, ao se reunir com cerca de 400 estudantes, que “sem fé e a tradição da Igreja a Bíblia torna-se um livro lacrado.” É uma das características dos regimes totalitários a manipulação da informação. Mas a própria Bíblia lança por terra esta pretensão do chefe do Romanismo. Em Atos 17:11 os bereanos são elogiados porque examinavam as Escrituras para se certificarem do que tinham ouvido dos apóstolos. Diz o texto: “Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escritruras se estas coisas eram assim.” Paulo, falando a Timóteo, seu filho espiritual, diz: “E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus” (2 Timóteo 3:15). E o último livro da Bíblia pronuncia uma bênção aos que o lêem: “Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo” (Apocalipse 1:3). Não existe a mínima sugestão de que foi concedido ao clero o monopólio de interpretar as Escrituras. É aí que se encontram os maiores erros do poder papal. O papado embriagou a Cristandade com a pagã e diabólica doutrina da imortalidade da alma e da consciência do ser humano na morte. É nesta falsa doutrina que ele baseia a intercessão dos santos, o purgatório, o inferno de fogo eterno e muitas outras monstruosas heresias. Não é somente a Igreja-mãe, a Babilônia de Apocalipse 17, que se afasta tanto dos ensinamentos da Bíblia. O setor protestante de Babilônia  faz o mesmo. Apesar de Lutero não acreditar na doutrina pagã da consciência do ser humano na morte, conforme vemos em seu comentário sobre Eclesiastes, as igrejas que se dizem reformadas, infelizmente, foram embriagadas com esta doutrina satânica, que é a base de toda religião falsa e pagã. Mas pouco antes de partir, Jesus deixou com os discípulos a promessa da Sua vinda, conforme lemos em João 14:1-3, especialmente o verso 3: “E, se eu for, e vos preparar lugar, voltarei, e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também.” Segundo a doutrina de Babilônia, os mortos já estão no Céu. Neste caso, Cristo viria à Terra buscar os que já se encontram na bem-aventurança do lar celestial. Isto nos dá uma idéia de  quão absurda e irracional é a heresia da consciência do ser humano na morte!  Os adeptos da Babilônia-mãe recitam as palavras do Credo sem saberem o que estão falando, pois o Credo católico, que não é católico romano, porque não ensina as falsas doutrinas do Romanismo, diz que Jesus Cristo “está assentado à mão direita de Deus Pai, Todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.” Ora, se os mortos já estão no Céu ou se contorcendo nas chamas do inferno, como ensinam os dogmas do papado, que sentido teria Cristo vir à Terra para julgar os vivos e os mortos? Se eles já estão no Céu ou no inferno é porque  já foram julgados dignos de cada um destes lugares.  A fim de sair deste impasse, a Igreja-mãe inventou a heresia do juízo particular. Mas em lugar nenhum tal ensino é encontrado na Bíblia. Disse Paulo, dirigindo-se aos sábios no Aréopago de Atenas: “porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo” (Atos 17:31). É próprio de Babilônia, tanto do setor católico romano qaanto do setor protestante, chamar a sã doutrina de heresia e defender doutrinas diabólicas como se fossem verdades reveladas. “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal” (Isaías 5:20). Não se pode avaliar os males causados pela abominável heresia da consciência do ser humano na morte e do tormento eterno. Quando acompanhamos um funeral, principalmente o de  uma pessoa querida, isto é para nós um momento de tristeza e reflexão. Mas, e se a pessoa não morreu em estado de graça? De acordo com os ensinamentos do Cristianismo apostatado, logo que a pessoa exala o último suspiro é entregue às chamas do inferno onde irá sofrer pelos séculos e milênios sem fim da eternidade. E, segundo estes mesmos ensinos, Cristo no dia do juízo irá convocar os que estão perdidos do seu lugar de tormento, uns há centenas, outros há milhares de anos,  para ouvir a sentença: “Apartai-vos de mim para o fogo eterno!” Isto nos leva a indagar: Como pode, em pleno século 21, quando o ser humano tanto se orgulha do seu progresso científico e tecnológico, haver alguém que acredite em idéias tão absurdas? Mas, o papa falou, está falado. Ele é infalível. Roma locuta, causa finita. O deus do Romanismo e do protestantismo apostatado é o pior dos torturadores e  não é melhor do que o diabo. Na verdade, é o próprio diabo! Em lugar nenhum a Bíblia afirma que o ser humano foi criado com uma alma imortal. Adão não podia transmitir aos seus descendentes aquilo que  não possuía. E todos morrem em Adão. Mas a doutrina da imortalidade condicional é uma doutrina bíblica. Os cristãos são exortados a buscar a incorrupção, incorruptibilidade, ou imortalidade, segundo outra versão [veja Romanos 2:7). Não são exortados a buscar algo que já possuem. E quando será concedida aos verdadeiros seguidores de Cristo o inestimável dom da imortalidade? Paulo responde a esta pergunta em 1 Coríntios 15, o capítulo da ressurreição, o qual lança por terra todas as doutrinas babilônicas relacionadas com a morte: “Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então, cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória [1 Coríntios 15:52-54). Mas os teólogos de Babilônia ensinam aos seus seguidores, não a sã doutrina que encontramos na Bíblia, mas o dualismo pagão: corpo-alma; matéria-espírito. Neste mesmo capítulo, diz Paulo nos versos 16 a 18: “Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.” Mas, se estão no Céu, como afirmam os teólogos e pregadores de Babilônia, como estão perdidos? Se os mortos já estivessem no Céu nem seria necessário ressurreição. Nem os apóstolos dariam tanta ênfase à esperança cristã da ressurreição. É preciso muita caturrice e muita cegueira espiritual para não enxergar este fato. Mas os teólogos e falsos pastores de Babilônia preferem continuar enganando o povo com o erro pagão e satânico da consciência do ser humano na morte, pois se ousassem ensinar a verdade, seriam considerados hereges e perderiam os seus privilégios. Mas em Babilônia, que são as igrejas caídas da Cristandade, que ensinam o erro, existem pessoas sinceras e tementes a Deus. Tais pessoas se encontram tanto no setor católico quanto no setor protestante de Babilônia. Portanto,  faz muito sentido o convite divino que se encontra em Apocalipse 18:4: ´”Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas.”  Tal convite está em assinalado contraste com a pretensão de que fora da Igreja Romana não existe salvação. É exatamente o contrário! No verdadeiro Cristianismo, a salvação está em uma Pessoa, Cristo Jesus, e não numa igreja ou sistema religioso, o qual apresenta a religião cristã de uma forma tão deturpada! À medida que o fim  se aproxima e se avolumam os pecados da grande Babilônia, este convite será transformado em um alto clamor e milhares dos que ainda se encontram nas igrejas caídas sairão de lá e se unirão ao verdadeiro povo de Deus, o qual guarda os Seus mandamentos e está se preparando para a segunda vinda de Cristo.  Este é o verdadeiro ecumenismo. As pessoas se unem em torno de Cristo e dos ensinamentos da Bíblia e não em torno das falsidades do anticristo. Todas as igrejas que aceitam os ensinamentos do anticristo, principalmente os dois grandes erros: a imortalidade da alma e a santidade do domingo, constituem a grande Babilônia, e o povo de Deus que lá ainda se encontra, é exortado a sair. Milhares atenderão ao convite, mas um número bem maior preferirá continuar na grande Babilônia, para sua perdição eterna. Estes amam o pecado e as mentiras de Babilônia, e lá permanecerão!  Sendo que os teólogos de Babilônia se utilizam de alguns textos bíblicos que “parecem” provar a mentira da consciência do ser humano na morte, seria bom analisar, ainda que sucintamente, alguns desses textos. Eles usam e abusam da promessa de Jesus ao ladrão arrependido, conforme se encontra em Lucas 23:43. “E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.” Infelizmente, é o que encontramos na maioria das traduções. É claro que houve um deliberado erro de tradução. O tradutor traduziu de acordo com as suas idéias preconcebidas, sem levar em conta o contexto.  O que encontramos em João 19:31-34 é que os judeus, sendo o dia da preparação, foram e quebraram as pernas dos crucificados, exceto as de Jesus, que já estava morto. Para os judeus, o dia terminava no pôr-do-sol e não à meia noite. Acaso o ladrão arrependido já se encontrava no paraíso antes do pôr-do-sol daquela sexta-feira? O contexto mostra claramente que não. Outro versículo mostra que quando foram pedir o corpo de Jesus a Pilatos, este se admirou de que Jesus já estivesse morto (veja Marcos 15:44). Se Pilatos, que estava acostumado com crucifixões, se admirou de que Jesus tivesse morrido naquele mesmo dia, é uma prova de que os malfeitores que com Ele foram crucificados não morreram naquele dia! A morte por crucifixão era um processo lento e doloroso, e o condenado às vezes ficava agonizando três dias ou mais! O próprio fato de terem quebrado as pernas aos  condenados é mais uma prova de que naquele pôr-do-sol eles ainda estavam vivos. Também na manhã da ressurreição, Jesus disse a Maria Madalena: “Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai” (João 20:17). Portanto, segundo esta tradução equivocada, o ladrão arrependido teria subido para o paraíso na sexta-feira, precedendo o próprio Cristo! — traduttore, traditore!  A desonestidade na tradução é mais frequente na tradução dos textos bíblicos do que na tradução secular! E as tais de revisões? Na maioria das traduções, diz o texto de 2 Pedro 2:9: “Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos e resevar os injustos para o Dia de Juízo, para serem castigados.” Com o intuito de favorecer a diabólica doutrina da consciência do ser humano na morte, a Versão Almeida Revista e Atualizada [ou melhor, Revista e Adulterada] alterou este e outros textos. Essa tradução tendenciosa diz o seguinte: “é porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o dia de juízo.” Outro texto que eles usam para defender a doutrina da consciência do ser humano na morte é aquele que fala da presença de Moisés no Monte da Transfiguração (veja Mateus 17:1-13; Marcos 9:1-13 e Lucas 9:28-36). Sendo que Moisés morreu e foi sepultado, conforme encontramos o relato em Deuteronômio 34, concluem eles, está aí uma prova de que o ser humano tem uma alma imortal e que continua consciente depois da morte. Mas eles se esquecem de que Moisés morreu mas ressuscitou, conforme lemos em Judas verso 9. Não teria sentido o arcanjo Miguel contender com o diabo acerca de um corpo morto, se não se tratasse de sua ressurreição. Também lemos em Romanos 5:14 que “a morte reinou desde Adão até Moisés.” Ressuscitando Moisés, Cristo mostrou pela primeira vez o Seu poder sobre a morte. Por isso é dito que a morte reinou desde Adão até Moisés. A Transfiguração era uma representação do reino de Deus: Elias, que fora trasladado sem passar pela morte, representava os que estarão vivos por ocasião da volta de Cristo e não precederão os que dormem (veja 1 Tessalonicenses 4:15). Moisés representava os salvos que irão ressuscitar. Ele não era nenhum espírito desencarnado, como ensinam os enganadores de Babilônia, mas um ser real, com um corpo glorificado, o mesmo corpo que terão os redimidos na ressurreição!  Note que Jesus era um ser real, transfigurado; Elias era real; os discípulos eram reais. Por que seria Moisés um espírito desencarnado? Seria a Transfiguração uma sessão espírita? É claro que não. Esse glorioso incidente prova, não a doutrina da consciência do ser humano na morte, mas a doutrina da ressurreição. Outro texto que os teólogos e pregadores de Babilônia usam para tentar “provar” a mentira da consciência do ser humano na morte é a parábola do rico e Lázaro, que se encontra em Lucas 16:19-31. O enredo é mais ou menos o seguinte: Um homem muito rico vestia-se de púrpura e de linho finíssimo e tinha todo o conforto que se poderia desejar. Mas em casa do rico havia um mendigo chamado Lázaro, que se alimentava das migalhas que caíam da mesa do rico. Lázaro, ao morrer, foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; o rico morreu e foi mandado para o inferno. Estando no lugar de tormento, ele rogou a Abraão que mandasse Lázaro molhar na água a ponta do seu dedo e lhe refrescasse a língua, estando ele atormentado naquela chama. Abraão o lembrou de que ele havia recebido seus bens em vida e Lázaro somente males. Agora Lázaro era consolado e o rico atormentado. Abraão também lhe disse que estava posto um grande abismo entre eles, de sorte que era impossível os que estavam no seio de Abraão dirigir-se ao inferno, e muito menos o contrário. O rico fez outro pedido a Abraão, que lhe foi negado. Pediu-lhe que enviasse Lázaro à casa de seu pai a fim de advertir os seus cinco irmãos, para que eles não viessem parar no mesmo lugar de tormento. Abraão lhe disse que seus irmãos deviam ouvir Moisés e os profetas. Respondendo-lhe o rico que se algum dos mortos fosse ter com eles, seus irmãos se arrependeriam, Abraão lhe respondeu que mesmo que alguém ressuscitasse, se não ouvem a Moisés e os profetas, eles não creriam. Aqui temos precisamente o inverso do que tratamos anteriormente. Tentamos mostrar a estultícia do papado em afirmar que o relato histórico da Criação é uma alegoria. Aqui querem se utilizar de uma alegoria para provar a doutrina pagã da imortalidade e do tormento eterno! Admira-nos que o rico tenha ido parar no inferno, porque esse rico da parábola era muito mais humano do que tantos outros ricos que existem por aí e que não suportam a presença de pobres.  Faz algum tempo, ouvimos pelo Jornal Nacional a revoltante notícia de que em Brasília um celerado assassinou dois moradores de rua só porque estavam perto da sua residência! O rico da parábola era bem diferente. Permitia que o mendigo comesse à sua mesa, sem o incomodar. Ora, migalha de rico é banquete para uma pessoa muito pobre!  Os que acham que essa alegoria ensina a doutrina do tormento eterno, teriam de responder a algumas indagações:  1. O Céu e o inferno se acham tão perto um do outro que permitem uma conversação entre duas pessoas?  [o próprio Abraão da parábola diz que entre eles há um grande abismo].  2. Se a parábola deve ser tomada em sentido literal, então o seio de Abraão é literal. Neste caso, Abraão deveria ter um seio descomunal para nele caber os remidos de todos os séculos. Seria um seio maior do que São Paulo, Cidade do México e Nova Iorque juntas? Que absurdo!   4. E os justos que morreram antes que Abraão existisse, como Abel, Sete, Noé, foram para que seio?   5. E Abraão quando morreu, foi para o seu próprio seio?  Sendo que estas perguntas não podem ser respondidas, não tem sentido insistir na fábula judaica do seio de Abraão para ensinar a doutrina da consciência do ser humano na morte.  Devemos entendar a figura da prosopopéia ou personificação. Exemplo: Em Juízes, capítulo 9, versículo 8, lemos: “Foram uma vez as árvores a ungir para si um rei; e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós.”  Ora, um morto falar não é menos improvável e impossível do que uma árvore falar! Isto só acontece na linguagem figurada!  Eles também se utilizam de Eclesiastes 12:7 para provar a sua falsa doutrina. Diz o texto na Versão Almeida: “E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.” Temos novamente um erro de tradução. Também neste exemplo o tradutor traduziu de acordo com as suas idéias preconcebidas. A Bíblia  Sagrada, Edição Pastoral, das Edições Paulinas, assim traduz este texto: “Então o pó volta para a terra de onde veio, e o sopro vital retorna para Deus que o concedeu.” Esta tradução concorda com Gênesis 2:7, onde diz que Deus “formou o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” Esta é a tradução correta!  Se o “espírito” deste texto, conforme a Versão Almeida, é uma entidade consciente, neste caso Salomão estaria ensinando a doutrina universalista, segundo a qual todos serão salvos.  Mas não é assim: O que deixa o ser humano por ocasião da morte é o sopro vital ou fôlego da vida, que todos possuem, bons e maus, justos e injustos. Esse fôlego da vida não é uma entidade consciente; não tem autonomia separado do corpo. O ser humano não tem uma alma. Ele é uma alma enquanto está vivo, respirando. Depois de morto é apenas pó. O pó da terra sozinho não é uma alma; o fôlego da vida sozinho não é uma alma. A junção dos dois é que forma uma alma vivente [veja Gênesis 2:7). Quando estes dois elementos se separam por ocasião da morte, a alma deixa de existir. Portanto, a única esperança de vida futura está na ressurreição [veja 1 Coríntios 15:13-19].  A parte consciente, a parte pensante do ser humano está no cérebro, não em uma suposta alma imaterial ou espírito desencarnado, como ensina a teologia de Babilônia, que herdou esta ideia do paganismo grego. Quando o cérebro morre, o resultado é de completa inconsciência. Esta é a condição do ser humano na morte [veja Eclesiastes 9:5, 6 e 10]. Outro texto que os pregadores de Babilônia gostam de usar para defender a sua doutrina diabólica é o que se encontra em Filipenses 1:23: “Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor.” Cremos que o “partir” representa a morte, mas o “estar com Cristo” é um acontecimento distinto e separado. O tempo não me permite mais delongas, mas perguntamos: Quando Paulo esperava estar com Cristo?  O próprio Paulo responde a esta pergunta em 1 Tessalonicenses 4. Depois de mencionar a volta de Jesus e a ressurreição, diz o apóstolo: “E assim estaremos sempre com o Senhor (verso 17).  Não tem nada de consciência do ser humano na morte. Diz o mesmo apóstolo Paulo em 2 Tessalonicenses 2:1: Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele.”   Concluindo, dizemos que se um texto bíblico “parece” favorecer a doutrina pagã e satânica da consciência do ser humano na morte, ele deve ser lido à luz do seu contexto e não como passagem isolada; de preferência em mais de uma tradução bíblica em face da desonestidade de certos tradutores que querem favorecer a teologia de Babilônia. Ou o texto foi mal traduzido, ou foi mal compreendido e mal interpretado. Devemos ter muito cuidado para não sermos enganados e levados em volta por todo o vento de doutrina.  

 

 

 

 

 

Aqueles que aplaudiram os discursos dos candidatos do PT nas campanhas eleitorais de 2006 e 2010 contra a desvairada privataria dos tucanos têm motivos para se sentirem decepcionados com a atitude da presidenta Dilma Rousseff que acaba de privatizar os três mais importantes aeroportos do país. E há quem afirme que os especuladores pagaram as privatizações com dinheiro do BNDES!  Neste caso, o governo vende o patrimônio público e, ao mesmo tempo, financia os especuladores com dinheiro que sai do bolso do contribuinte em uma das mais elevadas cargas tributárias do mundo! Na Inglaterra também se paga muito imposto, mas o retorno é evidente e satisfatório. Aqui no Brasil é o contrário: as rodovias federais são um verdadeiro caos, a saúde pública tem muito a desejar, e assim por diante. Boa parte dos muitos bilhões que o governo arrecada é gasta em esquemas de corrupção. Vemos um exemplo disto nos diversos ministros do governo Dilma que caíram por causa de escândalos financeiros.  E o financiamento da compra das empresas estatais com dinheiro do  BNDES?  Tudo sai do bolso do contribuinte.  É lamentável a atitude do PT: esse partido costuma fazer exatamente aquilo que condena nos outros. Nada mais parecido com o PSDB de Fernando Henrique Cardoso do que o PT no poder!  Diante de tal contradição entre o discurso e a prática, será que o povo irá se lembrar a fim de dar o troco ao PT nas eleições presidenciais de 2014? Dificilmente, o povo tem memória curta e tende a esquecer. É lamentável.  É verdade que nem todas as privatizações foram danosas para os interesses do país. Algumas delas foram medidas acertadas. Mas não vamos generalizar! Ao mesmo tempo em que lamentamos a atitude contraditória do PT, não nos esqueçamos de que o PSDB foi muito além nas medidas funestas visando a privatização de tudo e causando muito mais prejuízo ao Brasil do que tem causado o PT. Isto nos mostra mais uma vez que não se pode confiar em políticos. Mas o PSDB acusa o PT, e o PT fala mal do PSDB. É assim a política: o sujo falando do mal lavado; o roto falando do rasgado, porque ambos são corruptos e entreguistas!  Diante de tal situação, alguns chegam ao ponto de sugerir que se deve anular o voto ou votar em branco! Tal atitude não é das mais sábias porque tornaria inviável a democracia. Por outro lado, torna-se cada vez mais difícil escolher devido à crise moral que deparamos. É muito difícil encontrar um político que presta. Mesmo assim, temos de votar. Mas não devemos alimentar a ilusão de que um dia tudo vai mudar para melhor. A coisa só tende a piorar.  Seja PT ou PSDB, sempre irá prevalecer a mentira e a roubalheira porque o poder corrompe aqueles que já são corruptos por natureza!  Em outras palavras, o poder dá ensejo a que se manifeste a corrupção inerente ao ser humano. Vem-nos à lembrança de que com o Plano Real o ex-presidente Itamar Franco debelou a inflação galopante dos governos Sarney e Collor. Isto levou FHC ao poder. Depois de 4 anos de mandato, o seu fautor, Itamar Franco, esperava dele o apoio à sua candidatura. Mas isto não aconteceu. Nem houve condições favoráveis para uma candidatura de Itamar Franco à presidência. É evidente que Itamar se sentiu traído!  FHC queria mais 4 anos de governo ou (des)governo. Comprou apoio parlamentar a fim de aprovar a emenda da reeleição que o beneficiava. Congresso venal, não te faltam compradores!  Dizem que FHC é o pai do mensalão! E assim, o candidato tucano teve o segundo mandato que desejava. Não é só o PT que se caracteriza pela mentira e a corrupção. Ou, quando não isto, pelas privatizações!  Parece que o candidato eleito, ao subir a rampa do Palácio do Planalto, vende a alma ao diabo ou, na melhor das hipóteses, aos banqueiros e especuladores. Dilma acaba de enterrar uma das principais bandeiras do seu partido: o discurso anti-privatização que caracterizava o PT.  Não tem mais o direito de condenar as privatizações dos outros nem pode usar isto como cabo eleitoral bem-sucedido de campanha.  E não adianta esperar por dias melhores. Só vamos torcer para que a atual presidente não se deixe levar pela sanha insensata e anti-patriótica das privatizações, e o país acabe perdendo para os especuladores nacionais e internacionais as riquezas do pré-sal!

Apesar de os políticos receberem merecidas críticas, não é no mundo da política nem dos negócios que se encontram os maiores enganadores. É, sem dúvida, nas denominações religiosas, principalmente naquelas que professam o Cristianismo. É incrível os meios de que se utilizam os dirigentes religiosos para iludir as multidões ignorantes e supersticiosas e arrecadar delas o máximo possível. Nos comentários dos internautas postados em vários sites da internet, aparecem os nomes de alguns desses impostores: Pedir Mais Cedo, Rouba Rouba Soares, Silas Malacheia, Valdemiro Sandiabo, e outros.  Tais dirigentes religiosos pertencem ao protestantismo apostatado, mais especificamente ao pentecostalismo e neopentecostalismo, os quais exibem seus falsos milagres, seu espúrio e grotesco dom de línguas, seus cultos espalhafatosos, etc.  Conseguem inventar uma porção de tolices para iludir os trouxas. Algumas delas são: pedras da tumba de Jesus, água benta do rio Jordão, rosa milagrosa, desencapetamento, fogueira santa de Israel, fogueira santa do monte Sinai, óleo de Israel, etc.  A arrecadação de alguns desses enganadores é tão grande que eles conseguem comprar até canais de TV, dos quais se utilizam para difundir com mais êxito as suas falcatruas. Podem pertencer a denominações religiosas diferentes, mas o método utilizado para enganar é o mesmo: conseguem pôr na cabeça de seus seguidores iludidos os ensinamentos da Bíblia de uma forma deturpada.  Por exemplo: quando lhes é chamada a atenção para o quarto mandamento da Lei de Deus, eles afirmam que o  sábado  é do Antigo Testamento e que foi abolido. Mas, incoerentemente, procuram exaltar o dízimo porque o mesmo rende dinheiro, e buscam um suposto apoio para o dízimo no Novo Testamento. Entretanto, o Novo Testamento menciona muito mais o sábado do que o dízimo. As duas vezes em que Jesus faz menção do dízimo, o faz em conexão com os fariseus, conforme lemos em Mateus 23:23, texto que eles gostam muito de citar porque lhes interessa.  É uma religião de conveniência. Procuram promover o dízimo porque rende dividendos financeiros e, ao mesmo tempo, pisam com pés profanos o dia que Deus abençoou e santificou e que faz parte do Decálogo. Se Cristo aboliu o sábado, como eles ensinam, então só existem nove mandamentos. Onde encontramos nas Escrituras tal aberração? Jesus  defendeu a integridade da lei divina quando afirmou: “E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei” (Lucas 16:17).  Na parábola do fariseu e do publicano, que se encontra em Lucas 18:9-14, o fariseu é apresentado como um fiel dizimista: “dou o diízmo de tudo quanto possuo” (verso 12).  Voltando a Mateus 23:23, vemos que Jesus se dirigiu a fariseus. Não eram Seus seguidores, e isto ocorreu antes da Cruz. No livro Atos dos Apóstolos, escrito por Lucas, onde é descrita a organização e desenvolvimento da igreja primitiva, depois da ascensão de Cristo, não aparece nenhuma vez o dízimo. O sistema utilizado era outro: “Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos; então se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade” (Atos 4:34 e 35). O autor da Epistola aos Hebreus volta a falar no dízimo. Não estamos querendo condenar o uso legítimo do dízimo que, apesar de ser uma instituição do Antigo Testamento, pode ser utilizado porque o apóstolo Paulo nos afirma que “toda a Escritura é inspirada por Deus” (veja 2 Timóteo 3:16). Quando Paulo escreveu estas palavras, nem existia o Novo Testamento. Estamos apenas procurando mostrar a incoerência dos impostores que, afirmando que o Antigo Testamento foi abolido, se utilizam do dízimo e do sistema de ofertas para arrecadar dinheiro. Mas a verdadeira igreja de Deus, que prega o evangelho não adulterado a todas as nações, preparando um povo para a volta de Jesus, usa o dízimo para o sustento do seu ministério. Neste caso o emprego do dízimo é correto e devemos apoiar, porque a finalidade não é encher os bolsos de pastores corruptos e que pregam a falsidade, como os pregadores de Babilônia. Portanto, não estamos condenando o uso legítimo do dízimo, mas a sua distorção, que visa enriquecer os dirigentes religiosos corruptos. Até agora falamos das igrejas do protestantismo decaído, das filhas da igreja-mãe católica romana, a igreja que tem a sua sede na cidade das sete colinas (veja Apocalipse 17:9). Ali também a situação é terrível. Prolifera o engano. Milhões de pessoas são levadas a crer em superstições e doutrinas do paganismo: consciência do ser humano na morte, purgatório, intercessão de pessaos falecidas em prol dos vivos. São os chamados santos canonizados pelo papado. O sistema de canonização teve início no final do décimo século,  quando o Papa João XV canonizou S. Ulrico, bispo de Augusta (ou Augsburgo). Mas o culto dos “santos” mortos recebe em Apocalipse o nome de feitiçaria: “porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria” (Apocalipse 18:23). É, de fato, feitiçaria, pois os mortos estão inconscientes (veja Eclesiastes 9:5, 6 e 10).  É absolutamente impossível os mortos terem qualquer comunicação com os vivos. Eles dormem no pó da terra até à ressurreição (veja Daniel 12:2). Milhões de pessaos são levadas a acreditar que os supostos santos falecidos estão no Céu intercedendo pelos vivos. Quanta mentira! Quanta embromação! Não é sem motivo que Babilônia é acusada de embriagar os habitantes da Terra com o vinho da sua prostituição [que são as suas falsas doutrians, de origem pagã e satânica]. Mas, em vez de acreditar nas imposturas de Babilônia, tanto do setor católico romano quanto do setor protestante, cremos nas palavras de Jesus: “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (João 5:28 e 29). Babilônia substituiu a bem-aventurada esperança da volta de Jesus e da ressurreição pelas fábulas do paganismo. É o império da falsidade, que o verdadeiro Cristianismo rejeita!

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